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Compras. Essa é uma das coisas que mais gosto de fazer no primeiro dia do ano no Japão. Explico o motivo. Aqui as lojas fazem uma promoção de começo de ano. Mas não é um desconto qualquer não. São muitos descontos!
Este ano fiz uma supercompra. Paguei cerca de 110 dólares numa sacola, cujo valor real era de cerca de 700 dólares! É ou não é um ótimo negócio?Atualizado em -

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Todo mundo está feliz da vida por aqui, é curioso como juntar amigos, dançar e beber faz qualquer um se sentir no melhor lugar do mundo. Um ou outro chora um pouco, dá saudade da praia, da família e das pessoas vestindo branco, mas a festa está boa, a casa está linda e quentinha, todos parecem felizes e eu agradeço por mais um ano cercada de bons amigos e muito amor. Atualizado em -
As crianças dormiram amontoadas assistindo tv. A noite se fez fria e nos fez puxar os casaquinhos numa típica noite de verão Santiagüino, com temperaturas de 12ºC à noite e durante o dia, às vezes, chegando a 35ºC.Atualizado em -
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Meu nome é Maria Rosa, brasileira em Los Angeles. Nós (eu e Meu Amor) decidimos pela tradição de virar o ano entre amigos e viemos para a casa de uma amiga onde está acontecendo um churrasco de brasileiros.Atualizado em -
Pouco antes das 12 badaladas saímos rumo à Praça los Dominicos. Num viaduto, uma supresa. Havia muita gente esperando o estouro de fogos, disputando espaco no peitoril.

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Nenhuma roupa especial, nenhuma alusão ao branco, pouca gente compra uma roupa nova ou especial para esta ocasião. Atualizado em -
Olá galera. Voltei. E por um motivo muito óbvio: a festança de ano-novo para os japoneses é dia 1. É quando tudo acontece. Há muitas tradições neste dia e, de novo, muita comida.Atualizado em -
Já ha duas horas no ano de 2007 a noite ainda promete! Os fogos foram lindos e a ribeira do Porto estava lotada de gente, parece que todos tiveram a mesma idéia, mas a noite também está convidativa porque apesar de uma ameaça de chuva, ela não aconteceu e o tempo deu uma esquentada, ótima para uma farra ao ar livre, ao som de Ivete Sangalo.
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Numa destas viradas de ano no Chile fomos para a casa de um parente chileno. Uma casa com uma vista privilegiada, ao sopé da cordilheira. Nos avisaram: a rua vai lotar, todo mundo vem aqui olhar os fogos de artifício.
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A noite aqui em Istambul pelo jeito vai longe. Saímos da praça Taksim onde aconteceu a contagem regressiva para o Ano Novo, demos uma volta por Dohmalbaçe (aquele palácio bonito do qual falei antes) e acabamos pegando um táxi, bastante barato, de volta ao albergue (aqui uma viagem custa em media 5 liras turcas, ou mais ou menos 8 reais).
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"Año Nuevo em el mar" é o nome do espetáculo que as cidades de Viña Del mar, Valparaíso e Con-con, estão preparando e é mais badalado para esta data.Atualizado em -
Chegou a grande hora. Deixamos a consoada portuguesa (ceia da véspera de ano novo) e estamos rumando para a “Avenida dos Aliados” no centro do Porto, onde fica a Câmara Municipal (prefeitura), para vermos o show dos fogos de artifício que promete ser muito bom. Depois haverá espetáculos musicais com uma banda brasileira (mais conhecida aqui em Portugal do que no Brasil) e com música popular portuguesa de um cantor chamado “Quim Barreiros” (música pimba! ou como se diz em bom brasileiro: brega!), prolongando-se a noite por entre bares e discotecas (boates) da cidade.Atualizado em -
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Incrível os bons sentimentos que estão nas pessoas, todas pensando positivamente, desejando o melhor para esse incrível país, construindo um futuro melhor para esse povo.
Culturas das mais diferentes -- na festa, além dos brasileiros, chineses, portugueses, cubanos, sul coreanos, americanos, colombianos e, claro, angolanos -- e com certeza muitos países representados. Há apenas quatro anos essa cena seria impossível. Pessoas vestem branco, mas outras cores são predominantes. Um traje típico de Angola, Bubú, uma espécie de bata colorida, é a roupa da festa.
Posso dizer que vivo um sonho, imagino junto com as pessoas que comemoram comigo os dias que virão. Meu pensamento viaja para o que é a maior aventura da minha vida, ajudar a construir um país. Vejo as pessoas brindando a isso, à reconstrução. Para o próximo ano a primeira eleição e a consolidação da democracia em Angola. Atualizado em -
Com 2006 prestes a se despedir, Santiago tem sol, temperatura de 26ºC e está tranqüila. Ontem os supermercados estiveram cheios todo dia, e amanhã é a segunda data do ano em que esses estabelecimentos e os shoppings fecham. Suprimentos garantidos, champanhe na geladeira e panelas vão para o fogo com lentilhas. Comer grãos na virada da meia-noite garante êxito e prosperidade e o mais popular é comer as “moedinhas”, que, pasmem, devem ser cozidas apenas com água e sal e comidas frias.
Esta foto é de Santiago no inverno, agora a cordilheira está peladinha, com neve apenas em algumas montanhas mais altas. É de cartão postal, não é? Impressiona os menos desavisados, exuberante, majestosa.
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Já é Ano Novo na Turquia! Chegamos ao espaço central de Taksim, o bairro no noroeste de Istambul onde a grande festa ia acontecer. De fato, isso aqui não tem nada ver com o que a gente viu na rua do albergue.
A começar pela travessia do Bósforo no sábado, quando visitamos o palácio Dolmabahçe, do lado norte do rio. O palácio é um Versalhes turco e kitsch, cuja atração principal é uma escada de cristal e uma linda vista do lado asiático e europeu de Istambul. Mustafa Kemal Atatürk ou "pai dos turcos", responsável pelo fim do sultanato nos anos 20 do século passado, morreu ali às 9h05 da manhã do dia 10 de novembro de 1938. Os relógios estão todos parados neste horário. Voltando para o lado europeu, demos um pulo no lado asiático lá no porto de Üzküdar e vimos o cemitério mais antigo do mundo muçulmano, com túmulos dos tempos otomanos. Atualizado em -
O novo ano já está rolando na maior parte da Ásia e em toda a Oceania. Em vários países, o evento impressionou. No Brasil, expectativa cresce.Atualizado em -
A última noite do ano começou tranqüila aqui em Istambul, no bairro turístico de Sultanahmet. Meus amigos e eu acabamos decidindo ficar por aqui mesmo e comer no restaurante do albergue. Valeu a pena, gastamos apenas cerca de 20 euros por pessoa e comemos como reis. No cardápio, o peru fıcou de fora. Depois dos aperitivos e da entrada com um hummus fora do comum, atacamos os dois pratos grandes da casa: "Weddıng on the roast" de frango, uma frigideira com rechaud servida com molho e legumes, e o Pitcher Kebap, um pote de cerâmıca contendo um guisado de carne de cordeıro e molho temperado com meta e mais legumes. Para beber, cerveja local, Efes, bem levinha e gelada (para sair um pouco do padrão de países como a Alemanha, a Bélgica e a França, que servem a bebida fria ou morna).
No mais, é muito interessante mergulhar de cara nos mercados populares da cidade, como o Grande Bazar (o maior mercado coberto do mundo, construído sob a regência de Mehmet II logo após a conquista de Constantinopla em 1453, na cidade que depois se tornaria Istambul). Cada item (couro, tecidos, comida) é dividido numa ala. O mais legal, claro, é negociar com os comerciantes, que já vão perguntando a origem do visitante e arriscando palavras nas línguas respectivas, mas felizmente não insistem em excesso. O alemão impera. Com o "last price" de 15 liras turcas, comprei uma lâmpada oriental e lembranças para o pessoal de casa. O mercado de especiarias ou egípcio, não muito longe dali, é uma atração à parte. Preto de gente, mistura cheiro de café (o turco é forte e uma delícia), frutas secas, chás (os de laranja e maçã são os mais procurados), preparados de tomate, açafrão, cominho, curry... Atualizado em -
Passo agora para o trabalho. Na rua, pessoas já se aprontam para a festa de logo mais. Uma menina, com os cabelos todo decorados de miçangas, conforme o costume local, brinca com outras crianças na rua. Apesar de não haver nenhuma responsável por perto, elas brincam sossegadas, a violência e o medo se foram, o povo agora está unido em um só objetivo, o crescimento do país.
Há muito o que comemorar, o país avança a passos largos e, tomando emprestadas as palavras de Juscelino Kubitschek, o que se vê hoje é o progresso de 50 anos em 5. Fico feliz de fazer parte desse movimento, de, assim como tantos outros brasileiros e pessoas de tantas outras nacionalidades, poder contribuir com a minha parte para essa gente.
A noite de hoje é muito especial, cada dia aqui é muito especial, é mais um dia de paz e desenvolvimento. Como a noite do dia 31 de dezembro também é um marco para muitas pessoas.Atualizado em -
São 20h30 em Portugal, já estamos com o jantar de Ano Novo na mesa e, como uma boa família potuguesa, estamos todos reunidos em volta de um bom bacalhau com batatas e couves, muito vinho e conversas. A família já está um pouco internacionalizada com uma brasileira (eu) e um italiano, namorado da única menina da família, mas não deixa as tradições portuguesas de lado.
Estamos no inverno, está um bocado frio, em torno dos 10ºC e um tempo chuvoso. Aqui as pessoas não costumam usar roupas de cores especiais como no Brasil, geralmente usa-se mesmo o preto ou o marrom, que são as cores preferidas do inverno. Geralmente essa época do ano passam músicas mais alegres e algumas das escolhidas são brasileiras. Em vários lugares há bandas brasileiras tocando para animar a noite de réveillon.
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Fogos de artifício em Kuala Lumpur, na Malásia, marcam a chegada de 2007.Atualizado em -
Para a religião muçulmana, começou esta noite o festival do sacrifício de Maomé, segundo a tradição pregada pelo Corão. Aqui na Turquia, a maior festa islâmica do ano é conhecida como "Kurban Bayramı" e acontece cerca de dois meses após o fim do Ramadã, período de jejum respeitado pelos fiéis do Islã.
Foi um dia frio, bonito, que trouxe variantes no cardápio (peixe frito em vez dos pratos mais conhecidos, como o Kebap ou o Köfte e o Ayran, iogurte salgado tomado com as refeições). Passamos pelo palácıo de Dohmalbaçe, onde morreu Atatürk, pai da República da Turquia, e fomos até o lado asiático visitar ruínas de um castelo do século 14. A vista para o Mar Negro e fantástica (veja foto). Atualizado em -
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Minokamo, Japão, 1h40


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Minokamo, Japão, 0h10Atualizado em -
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Minokamo, Japão, 23h30
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Minokamo, Japão, 23h10
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Quando se fala em Japão, muita gente imagina um país pequeno e ruas cheias de gente, como em Shibuya ou Roppongi, bairros populares de Tóquio.Atualizado em -
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France Presse - Os japoneses de Tóquio lotaram os mercados públicos da capital para as últimas compras do ano, querendo comprar todos os produtos para a festa da virada.
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Minokamo, Japão, 20h50
Aqui em casa, quase tudo pronto para o último jantar do ano. Além dos pratos típicos brasileiros, como lentilha e carne assada, teremos o ozouni. O prato é, na verdade, uma sopa à base de moti (bolinho de arroz), vegetais, frutos de mar e, às vezes, carne. Diz a lenda que, quem come o ozouni na festa de final de ano terá sorte e a graça dos deuses durante o ano. A tradição foi trazida ao arquipélago pelos chineses há mais de mil anos. Quem comer moti no Ano-Novo estará comendo o espírito do arroz, enriquecido pelos deuses.
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Minokamo, Japão, 19h30Atualizado em -
Nada de pular sete ondas, estourar uma champanhe, vestir roupas brancas ou assistir a uma queima de fogos. Considerada sagrada para os japoneses, a virada de ano (o oshougatsu) no Japão tem outras tradições peculiares e muito diferentes das da cultura ocidental. Os principais significados desta data são a prosperidade e a saúde. Por isso, toda a festança é carregada de símbolos que representam esses dois desejos maiores, como o uso de bambu nos enfeites e a preparação de alimentos especiais --como o soba (espécie de macarrão) e o bolinho de arroz (moti).
Mas enquanto esperamos o jantar, que é quase uma ceia, aproveitei o último entardecer do ano para visitar um templo aqui perto da casa de meus pais, na cidade de Minokamo, província de Gifu, e ver os preparativos para o hatsumode, ou primeira visita do ano a um templo budista ou xintoísta, tradição que começa por volta da meia-noite de hoje. Atualizado em -
